Pular para o conteúdo

Sobre

Quem testa o que você vai comprar

A InfraTerabyte existe para responder duas perguntas que tiram o sono de quem trabalha com arquivos grandes: quanto de armazenamento meu projeto exige e como manter tudo em segurança. Quem responde é alguém que vive isso há mais de 15 anos.

Autor e editor

Daniel Ferreira

Editor, diretor, roteirista e diretor de fotografia · Mais de 15 anos em audiovisual, da película ao RAW moderno. Testo storage no fluxo real de trabalho.

LinkedIn

Trabalho com audiovisual desde 2008: passam de 15 anos editando, dirigindo e roteirizando, incluindo trabalho autoral. Comecei no Adobe Premiere CS2, filmando e editando em MiniDV com as clássicas Sony PD-190.

De lá para cá, atravessei praticamente todas as viradas da imagem em movimento: a primeira câmera mais robusta que usei foi uma Panasonic HVX200, por volta de 2010, e vivi a revolução que a Canon 5D Mark II trouxe para o vídeo. E fui além do digital: fiz um curso de revelação alternativa, filmei em Super 8mm (cheguei a rodar um filme) e em 16mm, e tenho até uma Lomokino. É o tipo de vivência que ensina a respeitar a imagem antes mesmo de ela virar arquivo, e a entender o valor do que se guarda.

Também atuo como fotógrafo e já assinei a direção de fotografia de alguns projetos, o que me deu um olhar apurado para imagem, cor e para o tipo de mídia que aguenta uma captação de verdade (cartão que não pode dropar frame, arquivo que não pode corromper).

Já tive projetos exibidos no cinema, na TV e no celular. Hoje trabalho bastante com Sony (A7S III/IV e FX3) e Blackmagic (Pocket 6K e URSA), e vez ou outra com uma RED Komodo. Ou seja: convivo com todo tipo de arquivo e formato, da película ao RAW moderno, passando pelo MiniDV, ProRes, BRAW e REDCODE. É essa bagagem que me faz falar de armazenamento com propriedade, porque cada codec e cada workflow desse me custou espaço em disco de verdade.

Além do audiovisual, jogo e programo (Python e PHP). São as três frentes que mais pressionam o armazenamento: velocidade para editar e jogar, capacidade e segurança para não perder material, confiabilidade para uma máquina de trabalho. Testo storage em todas elas.

“Tenho bem guardados mais de 15 HDs, alguns de 4 TB, fora os externos que os anos de projeto trouxeram. Levo a sério a preservação da memória, ainda mais diante do desafio que é o digital: um HD costuma durar de 5 a 10 anos, e o meu mais antigo tem cerca de 16 a 18 anos. Como preservar e passar adiante o que importa, seja em mídia física ou digital? Invariavelmente, muita coisa se perde, e se cria, todos os dias.”

Daniel Ferreira, editor da InfraTerabyte

Da fita ao RAW

2008

Início no audiovisual: MiniDV, Sony PD-190, Premiere CS2.

~2010

Panasonic HVX200; chegada da Canon 5D Mark II muda o jogo.

2015

Curso de revelação alternativa; filmagens em Super 8mm e 16mm. Imagem além do digital.

Hoje

Sony A7S III/IV e FX3, Blackmagic Pocket 6K/URSA, RED Komodo.

Como testamos

Uso real, não spec de caixa

Cada produto é usado no fluxo de trabalho (gravação, edição, jogo ou desenvolvimento) por tempo suficiente para revelar o que a ficha técnica esconde.

Velocidade medida, não prometida

Testamos escrita/leitura sustentada (a que importa em vídeo), não só o pico de marketing.

Prós e contras honestos

Se um produto falha, esquenta, é barulhento ou não serve para um caso, a gente diz. Sem avaliação fabricada, nunca.

Recomendação por contexto

Não existe "melhor" universal. Recomendamos por uso: editar 4K, arquivar, jogar no PS5 ou rodar uma VM.

Transparência

Ganhamos comissão de afiliado quando você compra por nossos links, que é o que mantém o site no ar. Isso não muda o veredito: escolhemos e ordenamos os produtos pela qualidade, não pela comissão. Quando o melhor custo-benefício é o mais barato, é ele que fica em primeiro.